terça-feira, 29 de maio de 2012

Dinheiro Na Mão


Aparentemente o Facebook não sabia que o capitalismo continua selvagem

Semana passada a empresa Facebook estava em festa. Iria finalmente estrear na NASDAQ, a bolsa de valores americana especializada em negócios que envolvam tecnologia, com grande expectativa. Dona de fato da fatia social da internet, diversos grupos econômicos fizeram grandes apostas na entrada da empresa no mercado das ações. Meio que alheio a tudo isso, Mark Zuckerberg (se você não sabe quem é, assista “A Rede Social”) realizava seu casamento em cerimônia extremamente simples, no jardim de sua casa. Pois a tão aguardada estreia foi um fiasco.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Está No Mapa


Todo mundo conhece, e usa, o Google Maps. Uma maneira muito prática de encontrar endereços e definir trajetórias. Como não poderia deixar de ser, a Microsoft lançou um serviço semelhante, o Bing Maps, para concorrer com o Google. Como não caiu no gosto do público, a Microsoft resolveu inovar. Em um projeto beta (ainda em testes para o público estadounidense) o site Bing além de sugerir uma trajetória via automóvel, ou a pé, ele pode unir ao mapa dados de ocorrências policiais e montar um percurso provavelmente mais “seguro”, evitando ruas e bairros com grande número de assaltos.

Já Está Na Hora


A relação professor-aluno historicamente sempre foi marcada por um desequilíbrio de forças. Antigamente, os mestres detinham o conhecimento em suas mentes e procuravam transferir aos alunos parte de sua sabedoria. Alguns com mais posses e recursos, possuíam até um livro, tesouro dos tesouros. Já os alunos, esses nada tinham a não ser a sede de aprender. Depois houve uma melhora: os livros se popularizaram e tanto professor como estudante carregavam em suas sacolas um ou mais exemplares. A diferença, ainda a favor do professor, era que o seu livro continha as perguntas já previamente respondidas no chamado ‘exemplar do professor’. Uma grande comodidade. Muito recentemente as coisas mudaram um bocado.

Parece Mas Não É


Um jornalista de São Paulo realizou uma experiência curiosa e, até certo ponto, amedrontadora. Durante seis meses, sem o conhecimento dos editores do jornal onde ele trabalha, e sem que nenhum dos seus leitores habituais percebesse, ele utilizou um aplicativo que gera texto automaticamente para sua coluna. Este software, através do uso de algumas palavras chave, pesquisa por textos na internet que tenham alguma relação com as palavras escolhidas, monta um linha de discurso preliminar, corta as redundâncias e entrega prontinho uma nova redação sobre o assunto que você desejar. Gerou muita controvérsia naturalmente, porém o mais inquietante foi o fato de ninguém ter conseguido descobrir que as colunas, durante meio ano, foram escritas por um computador.

Útil e Agradável


Um cidade mexicana enfrentava dois problemas sérios da atualidade. A sujeira deixada pelos donos de cachorros na grama do parque principal (parece familiar?) e a falta de pontos públicos de acesso wireless no município. Até que alguém teve uma brilhante ideia. Instalaram no parque uma mini usina processadora de dejetos. Ela é realmente compacta, menor que um refrigerador doméstico, destes que temos nas cozinhas. Os proprietários de animais de estimação podem agora recolher os dejetos de seus bichinhos, e depositá-los na usina para serem processados. As fezes recolhidas são suficientes para gerar uma pequena porém útil quantidade de energia elétrica. E porque as pessoas agora passaram a recolher a sujeira adotando um hábito mais higiênico e civilizado?

Feliz Aniversário


No dia 23 de Abril de 2005, há 7 anos atrás portanto, estreava o site de upload de vídeos, YouTube. Estreava com um singelo vídeo de um de seus fundadores visitando um zoológico. E no início não era muito mais que isso: um lugar para compartilhar pequenos vídeos curiosos e engraçados. A grande maioria destes vídeos interessava unicamente ao seu criador, pegadinhas, festas de aniversário, nada de muito interessante, apenas um lugar para guardar o vídeo online, a salvo de formatações. Mas na internet nada permanece, tudo se transforma.

O Mais Visitado


Adivinhem qual foi o site mais visitado pelos brasileiros no último final de semana? Não foi nenhum dos grandes portais, termo esse que agora soa muito antiquado, de notícias: Globo.com, Terra ou UOL. Cerca de 10% de todos os cliques e endereços selecionados, seja em computadores ou celulares, tinham endereço certo, a rede social. Que já é muito mais que um local onde amigos compartilham fotos e saudades dos tempos de infância que não voltam mais. Claro, existe muito conteúdo engraçadinho e rapidamente descartável no Facebook, mas existe também muita coisa séria por lá.

Quatro Bilhões


Segundo Peter Diamandis, professor e palestrante do TED, cerca de 20% da população mundial, hoje algo por volta de um bilhão e meio de pessoas tem acesso a internet. A maioria não acessa a rede porém, através de computadores de mesa. São os celulares, dispositivos que mais evoluíram nos últimos anos, que possibilitam o acesso a informação. Informação sempre alvo de controle e censura. Seja por motivos políticos ou religiosos fundamentalistas, o livre acesso a rede mundial é visto como uma ameaça por diversos líderes ao redor do globo. Contudo com a diminuição do custo da telefonia celular, o mercado econômico está ávido em transformar essa parcela da população em público consumidor.

Internetês


Uma nova tecnologia havia chegado e mudou nossa maneira de escrever. Para aproveitar melhor os recursos desta máquina inovadora, e também economizar tempo, convencionou-se digitar algumas palavras de forma abreviada. Facilita a digitação e não consome muito dos canais de comunicação. Dois inconvenientes: primeiro a correta gramática que vai pro espaço toda vez que se altera a grafia de alguma palavra. Em segundo lugar, as duas pessoas que estão interagindo precisam conhecer essa nova maneira de escrever. Se não for assim, não haverá comunicação, já que alguém não entenderá nada do que será transmitido. Não, eu não estou falando do internetês, esse dialeto bizarro utilizado em conversas de mensagens instantâneas e redes sociais.

Angelina


Michael Cook é um estudante londrino cursando seu pós-doutorado. Ele não menciona em seu site mas provavelmente seja um fã da Angelina Jolie. Fascinado por I.A. (inteligência artificial) ele iniciou um projeto ambicioso para a sua formação acadêmica: a criação, a partir do zero, de jogos eletrônicos. Jogos no computador, ou games, não são novidade. Apreciados por quase todo o mundo, sempre foram utilizados no desenvolvimento da informática, seja para testar os novos recursos de hardware, para demonstrar as novas possibilidades de interação com a máquina ou... pra matar um tempinho, já que ninguém é de ferro. E a Angelina também não é. Não estou me referindo a atriz, falo do software desenvolvido pelo Michael Cook.